
A auto-estima é a maneira como a pessoa se sente em relação a si mesma. É o juízo geral que faz de si - o quanto gosta da sua própria pessoa. É um assunto muito debatido nos dias de hoje, visto que é um fator que determina em grande parte o sucesso de uma pessoa na vida (os caminhos escolhidos por ela, o círculo de amizades que frequenta, o interesse no seu desenvolvimento social e intelectual). Se diferencia do autoconceito, que é um conjunto amplo de representações variadas de uma pessoa, sendo as principais: aparência, habilidade física, habilidade cognitiva geral, estabilidade emocional, criatividade e honestidade. A auto-estima é o resultado do que a pessoa faz com seu autoconceito: se aceita ou se rejeita.
Pesquisas mostram que crianças de 7-8 anos são capazes de avaliar sua auto-estima. Ela é medida pelo grau de discrepância do que a criança gostaria de ser e o que pensa que é; quanto maior este grau, menor a auto-estima. Uma grande influência na formação da auto-estima é a sensação de apoio que a criança sente de seus pais e cuidadores. Outras influências são as circunstâncias econômicas da família, a vizinhança, o atendimento a ela após a escola e os programas de televisão que assiste. Uma combinação perigosa ocorre quando a criança pecebe que o apoio dos pais está condicionado a uma boa performance da criança em determinada área, como, por exemplo, conseguir boas notas na escola. Crianças de 8-9 anos estão propensas em ter uma auto-estima alta, já com 10-11 anos há uma variação em torno dessa estabilidade. O grau de rejeição de uma criança por parte dos colegas tende a perseverar até a adolescência. A auto-estima negativa está fortemente relacionada com a depressão na pré-adolescência.
A percepção que uma criança tem de sua competência, decorre dos valores que os pais e companheiros transmitem a essa criança e que são usados como base na sua avaliação. Os adultos funcionam como um espelho para essas crianças que absorvem todas as informações repassadas por eles. Exemplo: "Você é burro" provavelmente fará com que essa criança acredite nessa afirmação, tornando-a realmente "burra". "Você é capaz" trará segurança para que a criança se arrisque em novas tentativas e se desenvolva. Existem 4 condições básicas para a boa formação da auto-estima:
- Senso de relacionamento: quando a criança consegue satisfação com associações significativas para ela e essa importância for confirmada por outras pessoas.
- Senso de singularidade: quando a criança reconhece e respeita as qualidades e atributos que a fazem diferente e recebem o respeito e aprovação das outras pessoas.
- Senso de poder: quando a criança tem recurso, oportunidade e capacidade para influenciar as circunstâncias de sua vida de maneira importante.
- Modelos: é a capacidade da criança recorrer a exemplos humanos, filosóficos e operacionais adequados que servem para ajudá-la a estabelecer significados, valores, objetivos, ideais e padrões pessoais.
Dois livros importantes que falam da auto-estima para quem quer se aprofundar no assunto são:
. BRIGGS, Dorothy Corkille. A Auto-Estima do seu Filho. São Paulo (SP), 2000. Ed. Martins Fontes;
. CLEMES, Harry; BEAN, Reynold. Crianças Seguras: Como Aumentar a Auto-Estima da Criança. São Paulo (SP), 1995. Editora Gente.
Pesquisas mostram que crianças de 7-8 anos são capazes de avaliar sua auto-estima. Ela é medida pelo grau de discrepância do que a criança gostaria de ser e o que pensa que é; quanto maior este grau, menor a auto-estima. Uma grande influência na formação da auto-estima é a sensação de apoio que a criança sente de seus pais e cuidadores. Outras influências são as circunstâncias econômicas da família, a vizinhança, o atendimento a ela após a escola e os programas de televisão que assiste. Uma combinação perigosa ocorre quando a criança pecebe que o apoio dos pais está condicionado a uma boa performance da criança em determinada área, como, por exemplo, conseguir boas notas na escola. Crianças de 8-9 anos estão propensas em ter uma auto-estima alta, já com 10-11 anos há uma variação em torno dessa estabilidade. O grau de rejeição de uma criança por parte dos colegas tende a perseverar até a adolescência. A auto-estima negativa está fortemente relacionada com a depressão na pré-adolescência.
A percepção que uma criança tem de sua competência, decorre dos valores que os pais e companheiros transmitem a essa criança e que são usados como base na sua avaliação. Os adultos funcionam como um espelho para essas crianças que absorvem todas as informações repassadas por eles. Exemplo: "Você é burro" provavelmente fará com que essa criança acredite nessa afirmação, tornando-a realmente "burra". "Você é capaz" trará segurança para que a criança se arrisque em novas tentativas e se desenvolva. Existem 4 condições básicas para a boa formação da auto-estima:
- Senso de relacionamento: quando a criança consegue satisfação com associações significativas para ela e essa importância for confirmada por outras pessoas.
- Senso de singularidade: quando a criança reconhece e respeita as qualidades e atributos que a fazem diferente e recebem o respeito e aprovação das outras pessoas.
- Senso de poder: quando a criança tem recurso, oportunidade e capacidade para influenciar as circunstâncias de sua vida de maneira importante.
- Modelos: é a capacidade da criança recorrer a exemplos humanos, filosóficos e operacionais adequados que servem para ajudá-la a estabelecer significados, valores, objetivos, ideais e padrões pessoais.
Dois livros importantes que falam da auto-estima para quem quer se aprofundar no assunto são:
. BRIGGS, Dorothy Corkille. A Auto-Estima do seu Filho. São Paulo (SP), 2000. Ed. Martins Fontes;
. CLEMES, Harry; BEAN, Reynold. Crianças Seguras: Como Aumentar a Auto-Estima da Criança. São Paulo (SP), 1995. Editora Gente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário